O ObServer é um sistema de monitoramento de centrais de alarmes e foi desenvolvido para empresas de segurança patrimonial, por profissionais capacitados e experientes.
Utilizando tecnologia aberta e robusta, o ObServer oferece recursos inovadores e estabelece novos padrões de qualidade na prestação do serviço de segurança.
O ObServer possibilita um ganho de performance, maior segurança e usabilidade perante os similares no mercado. Ele permite que sejam melhor estudados e diagnosticados todos os elementos que se relacionam à monitoria e controle de pessoas.
Conheça as características do ObServer e perceba as vantagens competitivas para sua empresa:
O ObServer é um software de monitoramento de eventos capaz de se comunicar via porta COM com outros dispositivos que respeitem o protocolo Contact-ID, a exemplo da Surgard.
Atualmente o sistema é composto de 3 macro-componentes ou subsistemas: SgDriver, ObService e ObCenter.
Responsável pela recepção de mensagens via porta COM, não se importando com o protocolo utilizado para a interpretação das mensagens. Cada mensagem recebida é alocada num arquivo binário local, para fins de caching. Ao mesmo tempo que o software realiza o armazenamento local das mensagens. Ele também envia essas mensagens via protocolo SOAP para o outro subsistema, o ObService. O arquivo de caching do SgDriver é utilizado não apenas para caching local, como também para garantir maior segurança, evitando a perda de informação na máquina onde está hospedado. Isto significa que, no caso de ocorrer erro na transferência de uma mensagem, essa mensagem fica armazenada em caching binário para posterior reenvio. Esse sistema também é útil para o caso da queda de algum serviço oferecido por qualquer parte integrante do ObServer, incluindo os servidores onde o ObService, ObCenter ou mesmo o banco de dados estão implantados.
Responsável pela interpretação das mensagens recebidas e pelo seu armazenamento em banco de dados. Atualmente, o ObService fornece suporte total ao protocolo Contact-ID, formato 18, que, compreende cerca de 70% dos eventos transmitidos. Além de organizar a informação em XML e fazer uso da segurança provida pelo protocolo SOAP, também é realizado um tratamento de backup sobre os eventos que por qualquer motivo não puderam ser armazenados em banco. Esse é um caching server-side, realizado em banco de dados. Serve como uma segunda camada de proteção à perda de dados, além da implementada pelo SgDriver.
Esta é a parte onde o monitor trabalha, podendo visualizar as dados do cliente em atendimento, enviar viaturas e registrar ocorrências. Além disso, o ObCenter possibilita a gerência de clientes e contas, fornecendo meios de consulta e cadastro de endereços, contatos, classificações, agrupamentos de clientes e ocorrências. No Módulo de Configurações do ObCenter é possível gerenciar as localidades que a empresa atende, suas viaturas e a estrutura organizacional que compreende à empresa. Essa estrutura organizacional é utilizada para separar os usuários do sistema de acordo com uma classificação totalmente aberta ao administrador. Também é possível cadastrar novos protocolos, eventos e suas possíveis causas, fornecendo dados incisivos para a decisão - ação que o monitor deve tomar para atender um determinado evento. É importante notar que o simples cadastro de um novo protocolo não faz com que este passe a ser suportado pelo ObService, sendo necessária, neste caso, realizar uma implementação.
Com o intuito de prover maior segurança e flexibilidade, o ObCenter dispõe de uma modelo de gerência de acessos baseado em perfis e credenciais. Nesse modelo, cada parte do sistema necessita de uma credencial de acesso para ser visível ao usuário. Estas credenciais são organizadas em perfis que são definidos pelo administrador do sistema. O administrador pode atribuir vários perfis aos usuários, concedendo ou revogando permissões de acesso conforme com as regras da empresa.
Do ponto de vista da segurança envolvida nos processos da aplicação, desconsiderando o esquema de credenciais e todo o empenho para garantir que nenhuma informação se perca, existe um esforço sobre a codificação de algumas informações relevantes, como por exemplo, as senhas dos usuários, que são armazenadas em banco sobre a codificação MD5, para a qual não existe um método de decodificação.
Todas requisições HTTP realizadas pelo sistema, são feitas via Javascript assíncrono e XML através do método de transferência que inibe ao usuário qualquer informação submetida ao sistema. Os formulários são validados tanto no navegador, para agilizar o processo, quanto no servidor, assegurando a falha de qualquer tentativa de burlar o sistema via navegador web.